Desenho um sorriso no rosto
que estava tão pálido ...
Consequência indisfarçável
de insatisfações.
Restaurei-me,
num instante de lucidez.
Desatei o nó,
desembaracei o novelo
e tecí
um lindo azul-céu A beleza
voltou à minha janela
como uma gravura,
e tenho agora,
estrelas como esculturas.
Minúsculas.
Porém,
de relevância profunda.
É que elas me olharam e disseram:
- Esqueça um pouco
as maldades do mundo.
Volta à tí.
Cecília Fidelli. |
Viajar por esse mundo é uma loucura. Raramente alguém escuta alguém... se não tiver firmeza a pessoa sai fora de si. Ótimo poema, Cecília.
ResponderExcluirObrigado, Ivan.
ResponderExcluirBeijo.
Ci.