Vivo de uma plantação de poesias,
às margens do rio das ilusões
que não me dá descanso.
Às vezes, rego com águas
que rolaram no passado.
Outras, com as ondas
de um mar de segredos.
Eventualmente,
a chuva da realidade,
molha as incertezas
abastecendo-me de vigilância,
pra não oscilar ainda mais
o coração.
Cecília Fidelli. |
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