Gente sensível, gente jovem, gente madura, gente estranha, gente diferente. Assim são os poetas. Diferentes. Saem fora do sistema, vão ao Sarau nas noites de sexta, tomam cerveja e nem ficam com dor de cabeça. São desarmônicos, desarmados. Fazem cenas engraçadas e sorriem entre sí. Enquanto o resto do mundo anda curtindo barbaridades, amor e saudade, sofrimento e alegria, curiosidades, silhuetas, muita música e poesia se expõem até a madrugada, já quase manhã ensolarada emitindo mensagens iluminadas, ilustrando as emoções da sociedade, desprovida de expressões. Esta noite, eu também sou diferente. Nem quero ser socorrida ou que avaliem meus neurônios. O céu já está claro, brilha um lindo azul metálico! Exploro suas dimensões mágicas. São as imagens da imensidão!
Cecília Fidelli. 06 Agosto 1999 |
Nenhum comentário:
Postar um comentário