Cada um de nós fala em luto
pelas mortes das crianças da Escola do Rio,
olhando, na verdade, pro seu próprio umbigo.
Batem mais forte, mesmo, os corações envolvidos.
Um complexo nervoso, que arrepia até os mamilos.
Excetuando-se os exessos da mídia,
essa loucura que destrói se amplia, se amplia.
Pra violência, não existem mais centros ou periferias.
E a função dos grandes, ou dos pequenos...
infelizmente, é envolverem-se com essa energia.
Captar e distribuir pelos mais diversos canais
como se fôssemos todos entidades vampíricas.
Isso, até que hajam novas emanações do tipo,
talvez, com definições, características diferentes.
Loucura que constrói mesmo, concreta, eficiente,
gente com aura pura, parece que desapareceu.
Hoje em dia, o que vale destacar é celebridade,
proporcional em deficiência, predominando fluorescente.
Loucura que construa, de reais atividades intelectuais,
inteligentes, ou aquela de corpo, como a emoção dos
poetas, dos escritores, enfim, dos artistas...
não aceleram vibrações boas, não irradiam o que a vida,
realmente irradia.
Cecília Fidelli.
tradutor
Direitos Autorais -
Lei número 9.610 - de 19.02.1998.
Lei número 9.610 - de 19.02.1998.
Ao repassar, respeite os direitos autorais.
quinta-feira, 14 de abril de 2011
Felicidade.
quarta-feira, 13 de abril de 2011
Tiros no Rio.
13 de Abril - Dia do Jovem.
segunda-feira, 11 de abril de 2011
Justiças, injustiças.
7 de Abril - Dia do Jornalista.
Embora com atraso,
meus parabéns e carreira longa aos bons jornalistas.
E um profundo lamento aos jornalistas que cumprem
seu papel de maneira tendenciosa, com perguntas
que induzem, alimentam a violência e a exaltam
exaustivamente , principalmente, na televisão.
Assim, a violência... só cresce.
E tem gente, que poderia mudar leis, punir mais
exemplarmente malfeitores da sociedade brasileira,
e nem sei se fica... Ai! Meu Deus!
Fazer aos outros o que gostaríamos o que os outros
fizessem pra gente seria um primeiro passo,
só assim nos defrontaríamos com todo o bem
que desejamos.
Mas esse tipo de coisa, até parece um feitiço.
Tenho ouvido, infelizmente, frases absurdas como
por exemplo, Deus não é justo.
Esquecem-se que nem Deus interfere em nosso
livre-arbítrio.
No fim, o que acontece é que tem muita gente indo
fazer curso de céu... no céu.
E tem muita gente indo completar curso de inferno
no próprio inferno, ou em cadeias.
Cecilia Fidelli.
meus parabéns e carreira longa aos bons jornalistas.
E um profundo lamento aos jornalistas que cumprem
seu papel de maneira tendenciosa, com perguntas
que induzem, alimentam a violência e a exaltam
exaustivamente , principalmente, na televisão.
Assim, a violência... só cresce.
E tem gente, que poderia mudar leis, punir mais
exemplarmente malfeitores da sociedade brasileira,
e nem sei se fica... Ai! Meu Deus!
Fazer aos outros o que gostaríamos o que os outros
fizessem pra gente seria um primeiro passo,
só assim nos defrontaríamos com todo o bem
que desejamos.
Mas esse tipo de coisa, até parece um feitiço.
Tenho ouvido, infelizmente, frases absurdas como
por exemplo, Deus não é justo.
Esquecem-se que nem Deus interfere em nosso
livre-arbítrio.
No fim, o que acontece é que tem muita gente indo
fazer curso de céu... no céu.
E tem muita gente indo completar curso de inferno
no próprio inferno, ou em cadeias.
Cecilia Fidelli.
domingo, 10 de abril de 2011

Foto: Casa de Cultura de Teresin.
Sem mágicas ou feitiçarias.
Locais de trabalho e Casas de Cultura.
É disso que o mundo precisa.
Como é bom ter um emprego de verdade!
Nem precisa ser daqueles... de terno e gravata.
E como nos sentimos profundamente honrados,
com matérias culturais.
Esse sim é o coração e a alma do homem,
não uma sala de estratégias.
Resistência.
Precisamos prepará-la pra nós mesmos.
Eu proponho repenssarmos, se não o mundo,
pelo menos a nós mesmos.
Cecília Fidelli

Na luta.
Esperamos achar dentro de nós,
uma revanche para tudo o que está em jogo.
Só estou dizendo o que penso.
Não sou profissional em entusiasmos
ou em tristezas humanas.
O que se faz ou o que se fez,
nem todo mundo sabe.
Não podemos porém,
chegar sòzinhos a lugar nenhum.
E nossos adversários,
não que sejam mais fortes,
são, literalmente,
os nossos treinadores.
À cada dia, não somos mais os mesmos.
Infelizmente, uns vem para apanhar,
outros, vem para bater.
Cecília Fidelli
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