tradutor
Direitos Autorais -
Lei número 9.610 - de 19.02.1998.
Lei número 9.610 - de 19.02.1998.
Ao repassar, respeite os direitos autorais.
sábado, 21 de maio de 2011
Evilásio Luiz Cândido - Artista Plástico.
sexta-feira, 20 de maio de 2011
Ele
Nascente.
Meu jeito de ver e sentir.
Vários assuntos em pauta na Sociedade Brasileira,
bastante polêmicos.
Não vou citar nenhum deles, a lista seria interminável.
Isso é bom, porque nos põe a pensar, a refletir.
Ausências, omissões, devemos mesmo, desestimular.
Discussões, debates, podem transformar, ainda
que, a longo prazo.
O senso de responsabilidade deve ser despertado.
Todo valor construtivo no cotidiano de cada um,
independendo de credo, filosofia, raça, enfim...
precisa ser trabalhado.
Quando eu era pequena, ouvia dos mais velhos a
seguinte frase: Sua cabeça é o seu guia.
Mas, não ia além disso, não havia diálogo.
Eu não conseguia entender exatamente o
significado da frase.
As coisas eram muito diferentes, a gente romanceava
a vida em todos os sentidos.
Atualmente, vejo o mundo como uma poesia irritada.
Não tenho mais filhos pequenos.
Mas me intriga que pais e responsáveis venham atribuindo
às escolas, que deve dar escolaridade, cultura, formação,
a educação dos seus filhos.
O fato de família ter uma, digamos, nova roupagem,
não impede, na minha opinião, que os adultos passem
às suas crianças, orientações positivas, de maneira que
elas nunca tenham que se envergonhar, por exemplo,
de pensamentos e atos que venham praticar ou tenham praticado,
trabalhando assim na construção de cada caráter.
Fitar o futuro de alguém, fitar o futuro do nosso país,
é realizar um futuro promissor, absolutamente possível.
Penso que "os tempos são chegados".
Que isso tudo representa a fase de transição que vivemos.
Adversidades e esperanças, mas o desejo de dias
melhores, relatam claramente, principalmente nos noticiários,
através dos ibopes, através da velocidade da internet, etc...
quadros quase indecifráveis, incompreensíveis, de todo
gênero, dada a escolhas de caminhos que arruínam.
Atitudes alucinadas, sinistras, entretanto,
removíveis se nos empenharmos,
em mantermos a auto-estima, o amor ao próximo.
Compreender pra sermos compreendidos, respeitar
para sermos respeitados, evitaria muitos desgostos.
Ou o homem vai continuar se arrastando, ferido,
e ferindo.
Com o ferro de passar corrigimos dobras do vestuário.
Com o da boa vontade, podemos inspirar falanges
valiosas e enfatizar vocações, apaziguar os
corações aflitos que afligem.
O que se tem visto são ardências de comentários,
quase sempre tão agressivos quanto fatos
agressivos consumados.
As soluções estão nas mãos de todos.
Colaborar com o bem geral, ajudar, é bem melhor que
precisar de qualquer tipo de colaboração ou ajuda.
Quem não deseja ter além de só cobrar bons resultados?
Cecília Fidelli.
quinta-feira, 19 de maio de 2011
quarta-feira, 18 de maio de 2011
Outono.
Vapores da Alma
Mulher. Passado, presente, futuro.
Academia critica livro do MEC que defende erros de Português
Fonte - Folha.com - Saber.
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A ABL (Academia Brasileira de Letras) criticou em nota o livro didático distribuído pelo MEC (Ministério da Educação) que defende erros de português. Uma defesa do "erro" de português Livro distribuído pelo MEC defende errar concordância No comunicado, a ABL diz que "estranha certas posições teóricas dos autores" do livro polêmico. "Todas as feições sociais do nosso idioma constituem objeto de disciplinas científicas, mas bem diferente é a tarefa do professor de língua portuguesa, que espera encontrar no livro didático o respaldo dos usos da língua padrão que ministra a seus discípulos", diz ainda a nota. O livro didático "Por uma Vida Melhor", da ONG Ação Educativa, uma das mais respeitadas na área, diz que, na variedade linguística popular, pode-se dizer "Os livro ilustrado mais interessante estão emprestado". O material, voltado para jovens e adultos foi distribuído pelo MEC a 4.236 escolas do país. Em sua página 15, o texto afirma, conforme revelou o site IG: "Você pode estar se perguntando: 'Mas eu posso falar os livro?'. Claro que pode. Mas fique atento porque, dependendo da situação, você corre o risco de ser vítima de preconceito linguístico". Segundo o MEC, o livro está em acordo com os PCNs (Parâmetros Curriculares Nacionais) --normas a serem seguidas por todas as escolas e livros didáticos. "A escola precisa livrar-se de alguns mitos: o de que existe uma única forma 'certa' de falar, a que parece com a escrita; e o de que a escrita é o espelho da fala", afirma o texto dos PCNs. |
Prêmio - Fonte Jornal A TRIBUNA - 18 de Maio de 2011
Poeta português Manuel Antonio Pina recebe Prêmio Camões 2011
O poeta português Manuel Antonio Pina recebeu nesta quinta-feira o Prêmio Camões 2011, o mais importante prêmio literário de língua portuguesa, anunciou o ministério da Cultura de Portugal.
A volumosa obra de Pina, nascido em Sabugal (centro) em 1943, é composta principalmente por poemas, embora também tenha escrito livros para crianças.
O Prêmio Camões, de um valor de 100 mil euros, foi criado em 1988 por Brasil e Portugal para honrar autores que tenham contribuído para enriquecer o patrimônio cultural e literário na língua portuguesa.
O prêmio já foi concedido ao poeta brasileiro Ferreira Gullar (2010), aos portugueses Antonio Lobo Antunes (2007) e José Saramago (1995), ao angolano Pepetela (1997) e ao brasileiro Jorge Amado (1994).
A volumosa obra de Pina, nascido em Sabugal (centro) em 1943, é composta principalmente por poemas, embora também tenha escrito livros para crianças.
O Prêmio Camões, de um valor de 100 mil euros, foi criado em 1988 por Brasil e Portugal para honrar autores que tenham contribuído para enriquecer o patrimônio cultural e literário na língua portuguesa.
O prêmio já foi concedido ao poeta brasileiro Ferreira Gullar (2010), aos portugueses Antonio Lobo Antunes (2007) e José Saramago (1995), ao angolano Pepetela (1997) e ao brasileiro Jorge Amado (1994).
terça-feira, 17 de maio de 2011
Páginas Abertas.
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Alguns textos não têm exatamente um compromisso literário. Recebemos e até repassamos tantos. Mas, muitas entrelinhas podem conter algo de concreto, para reflexões, funcionam como entretenimentos, advertências, trazem bom humor, podem transmitir otimismo, esvoaçam criatividades. Outros, exageram em seriedade ou elucidam. Cada caso, digamos assim, é um caso. Certos textos exaltamos, outros repelimos. Um apanhado muito variado. Satisfazem, insatisfazem. Quantos compreendemos, quantos não compreendemos? A extensão nem sempre caracteriza qualidade. Imprimimos destinos, decepções, e evocamos tantos outros sentimentos. Nos impressinamos, rebatemos ou não comentando. A palavra tem força solar. Penetra. Exceto as inutilidades, os besteirols, que também há a quem agrade, principalmente os poetas expõe suas maluquices, e maluquices, no bom sentido, verdejam como grama umedecida pelo ar fresco da madrugada. Nos melindres da poesia, influências, utopias, administrando sonhos, aproximando as pessoas. Dramas, comédias, a gente fica sabendo de tudo. De tudo o que vem e passa. Tudo o que na verdade fica, através da "caligrafia" eletrônica que cada vez mais, cresce. Poesias, poemas e outros que tais se espalham como espalhávamos fanzines antigamente. Arquivos de memórias, muitas vezes sob pseudônimos. Eu diria que a correspondência foi polida. Para toda e qualquer circunstância, acontecimento, a arte, marcando presença. Tudo isso pra dizer: - Que bom que temos a net para trocar idéias e carinhos. Cecília Fidelli. |
segunda-feira, 16 de maio de 2011
Alexandre - O Grande.
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OS 3 ÚLTIMOS DESEJOS DE ALEXANDRE - O GRANDE. Quando, à beira da morte, Alexandre convocou os seus generais e relatou seus 3 últimos desejos: 1- Que seu caixão fosse transportado pelas mãos dos médicos da época; 2- Que fosse espalhado no caminho até seu túmulo os seus tesouros conquistados (prata, ouro, pedras preciosas...); e 3- Que suas duas mãos fossem deixadas balançando no ar, fora do caixão, à vista de todos. Um dos seus generais, admirado com esses desejos insólitos, perguntou a Alexandre quais as razões. Alexandre explicou: 1- Quero que os mais iminentes médicos carreguem meu caixão para mostrar que eles NÃO têm poder de cura perante a morte; 2- Quero que o chão seja coberto pelos meus tesouros para que as pessoas possam ver que os bens materiais aqui conquistados, aqui permanecem; 3- Quero que minhas mãos balancem ao vento para que as pessoas possam ver que de mãos vazias viemos e de mãos vazias partimos. |
Magia da Estação.
domingo, 15 de maio de 2011
Declives?
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Viemos à terra, pra lutar, pra correr. Não pra cruzarmos com - amor e ódio, ou apenas com sentimentos angustiantes. Há muito o que fitar com olhos claros e luminosos. Se contemplamos surpresas indesejáveis, também contemplamos surpreendentes ataduras. O planeta é uma linda esfera e não estamos condenados a obscuridades. Se sobrecarregamos a consciência, paciência. Se damos prioridades à loucuras "imprescindíveis", paciência. À exaustão, o repouso. No dia seguinte, a missão fica um pouco mais leve. Sob a áurea do céu, sob o magnetismo terrestre é que alcançaremos a paz e gestos que harmonizam. O mundo não está perdido. E ainda há tempo pra lhe darmos ouvidos. Cecília Fidelli. |
De grande dimensão.
Me dá um minuto?
DOMINGÃO.
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Domingos de tédios. Já passei por isso. Um domingo assim, se não estou equivocada, tem tudo a ver com submissão. Submissão àquela rotina domingueira: Macarrão, maionese e frango. Saí desses domingos e nunca mais voltei. Futebol. Hoje tem Santos e Corinthians. Mas, podia ser São Paulo e Palmeiras. Não sou escrava de televisão. E se alguém ronca a tarde no sofá da sala? Papagaio! Não nos submetermos a algo, ou a alguém, é tudo de bom. Tem gente que passa uma vida inteira sem saber o que é isso. Aos domingos, podemos ir à praia, ler na rede, ir ao cinema, tomar um sorvete, uma cerveja. Somos nossa estrela máxima. E quem será que inventou os domingos? Mil outros virão. Podemos tocar os domingos, como tocam os sensitivos, com curiosidade, e quando me dizem, domingo, que tédio! Fico pasma. Prolongados "silêncios", sem propósitos? Um dia como os outros, grandioso, dia de descanso. Não devemos morrer num domingo, acomodados. O domingo quando se é livre, tem olhos lindos. Um domingo não deve ou não deveria ser um dia onde a gente simplesmente se esquece no meio de tantos dias, já condenando a segunda-feira. Talvez no domingo se perca um pouco a dinâmica, a gente se torna meio displicente a passeios, por exemplo. Pisar na areia, pisar na grama, regar uma planta. Concordo que ele talvez seja mais lento. Sorrisos à flor-dos-lábios, que tal? Um dia pra nos observarmos. Talvez o domingo tenha vindo pra nos elevarmos espiritualmente, socialmente e em profundidade. Eu hoje parei pra pensar, por exemplo, que dizem por aí que um homem não passou pela terra se não plantou uma árvore, se não fez um filho e se não escreveu um livro. Embora eu já tenha feito as três coisas, diria que não passamos pela terra, se não aprendemos a tocar violão, se não aprendemos a nadar e se não aprendemos a andar de bicicleta. Três sugestões para um domingo sem angústias. Um domingo adorável, com nosso toque pessoal. Aquele que dedicamos, vivemos, em nosso favor. Aliás, todos os nossos dias (e noites), estão em nossas mãos. Cecília Fidelli |
Poema para Diego El Khouri.
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Só pedrada? Na dança da vida, súbitas alegrias, súbitos mal-estar... mal estar. Somos sempre atingidos na alma. Alguns episódios parecem verdadeiras torturas. Podem durar muito, muito tempo. Mas, só o tempo tem autonomia arrojada, para exterminar mágoas ou rancores. Toda situação dá tréguas depois de estremecer. Que bom que nos mantemos perto demais da realidade. Que bom que temos tempo. Os acontecimentos chegam decisivamente. Advirto-o sobre manter vivos os sonhos, incansávelmente. Também é importante nos mantermos surdos às coisas que não podemos, por hora, desvencilhar. Chuta o balde, evoca a loucura, faz poesia... |
www.cidadepoema.com - Conheça.
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A poesia vai à escola, ao cinema e ao shopping. Ainda frequenta livrarias, mas também se apresenta em restaurantes e laboratórios, passeia de ônibus, anda de elevador, se olha no espelho. Lançado em abril de 2009, o Cidade Poema chega ao seu terceiro ano unindo a poesia às demais artes no objetivo de colocar a literatura na vitrine, em iniciativas que vão de outdoors a pequenos imãs de geladeira, de minimetragens poéticos a bolachas de chope, de performances teatrais a adesivos ilustrados. |
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