tradutor
Direitos Autorais -
Lei número 9.610 - de 19.02.1998.
Lei número 9.610 - de 19.02.1998.
Ao repassar, respeite os direitos autorais.
sábado, 14 de maio de 2011
sexta-feira, 13 de maio de 2011
A mente comanda. O coração manda.
Virada na Baixada - Virada Cultural em Santos/Começa amanhã/Às 18h
Hoje
Acontece
Minha homenagem à Castro Alves.
![]() |
AS DUAS FLORES Castro AlvesSão duas flores unidas São duas rosas nascidas Talvez do mesmo arrebol, Vivendo,no mesmo galho, Da mesma gota de orvalho, Do mesmo raio de sol. Unidas, bem como as penas das duas asas pequenas De um passarinho do céu... Como um casal de rolinhas, Como a tribo de andorinhas Da tarde no frouxo véu. Unidas, bem como os prantos, Que em parelha descem tantos Das profundezas do olhar... Como o suspiro e o desgosto, Como as covinhas do rosto, Como as estrelas do mar. Unidas... Ai quem pudera Numa eterna primavera Viver, qual vive esta flor. Juntar as rosas da vida Na rama verde e florida, Na verde rama do amor! |
quarta-feira, 11 de maio de 2011
VERGONA NACIONAL - POR: EDSON JOANNI
Sente só.
Perguntaram a uma mãe: Qual seu filho preferido?
Tosando a ignorância.
Recomeçar Sorrindo.
A arte de não adoecer - I
Se não quiser adoecer, não viva de aparências.
http://semanadalutaantimanicomial.blogspot.com/
terça-feira, 10 de maio de 2011
Sintonia
Abrangente
Sonhos
segunda-feira, 9 de maio de 2011
ARGENTINA ESTUDA DAR PENSÃO A ESCRITORES.
Por: Lucas Ferraz (Buenos Aires), 07.05.2011
A Argentina quer instituir uma pensão social para escritores. A ideia, inspirada em leis aprovadas na França e na Espanha, é defendida há anos por um grupo de escritores do país.
A pressão é tanta que já são dois projetos --quase similares-- em trâmite no Senado. "Com a barriga vazia, o escritor não escreve", diz o poeta Miroslav Scheuba, coordenador da Sociedade Argentina de Escritores. "Como escritores são boêmios, não economizam e acabam sem nada", completa.
A entidade já conseguiu aprovar o projeto em Buenos Aires, em 2009. São 100 escritores beneficiados, que recebem por mês 2.650 pesos --cerca de R$ 1.080. A prefeitura da cidade analisa atualmente o pedido de pensão de outros 30 autores.
Pelos cálculos do governo, no âmbito federal, seriam quase mil beneficiados.
Os requisitos para o autor postular à pensão é não ter fonte de renda --ou tê-la menor que o valor da bolsa-escritor. É necessário ter mais de 60 anos, ter se dedicado mais de 20 anos à atividade literária ou publicado mais de cinco livros. Outro quesito essencial é morar há pelo menos 15 anos na Argentina.
No final de abril, o deputado governista Carlos Heller apresentou um outro projeto com quase as mesmas propostas. A diferença é que a idade mínima para receber a pensão é de 65 anos, e o escritor necessita ter contribuído pelo menos 15 anos com a previdência.
"A finalidade é dar uma retribuição e reparar as situações de injustiça e descuido", conta Heller.
Em 2007 e 2008, respectivamente, morreram os escritores argentinos Ruth Fernández e José Luis Mangieri. Estavam em dificuldades e desamparados, dizem os defensores do projeto.
Julio Cortázar e Jorge Luis Borges tiveram vida regrada. Em Paris, onde viveu, Cortázar trabalhou com traduções.
Borges chegou a fazer graça de sua situação financeira precária. Certa vez, ele comentou sobre um sapato usado que ganhou de presente da primeira mulher: "Não eram sapatos de segunda mão, eram sapatos de segundo pé".
AP
Sem amparo do governo, o escritor argentino Jorge Luis Borges teve vida regrada
Sem amparo do governo, o escritor argentino Jorge Luis Borges teve vida regrada
VOZ CONTRÁRIA
Segundo os escritores engajados na causa, o governo aprova a ideia. Mas o projeto deve ser votado somente em outubro, depois das eleição presidencial.
Contra o projeto, um dos principais nomes da literatura contemporânea da Argentina, Cesar Aira, diz: "Faz tempo que se discute isso por aqui. Sou contra".
Aira comenta o caso do México, onde uma lei garante a qualquer pessoa maior de 18 anos, após escrever um livro, pensão vitalícia do Estado. "Não acredito que isso seja bom para a literatura."
http://www1.folha.uol.com.br/ilustrada/9
A Argentina quer instituir uma pensão social para escritores. A ideia, inspirada em leis aprovadas na França e na Espanha, é defendida há anos por um grupo de escritores do país.
A pressão é tanta que já são dois projetos --quase similares-- em trâmite no Senado. "Com a barriga vazia, o escritor não escreve", diz o poeta Miroslav Scheuba, coordenador da Sociedade Argentina de Escritores. "Como escritores são boêmios, não economizam e acabam sem nada", completa.
A entidade já conseguiu aprovar o projeto em Buenos Aires, em 2009. São 100 escritores beneficiados, que recebem por mês 2.650 pesos --cerca de R$ 1.080. A prefeitura da cidade analisa atualmente o pedido de pensão de outros 30 autores.
Pelos cálculos do governo, no âmbito federal, seriam quase mil beneficiados.
Os requisitos para o autor postular à pensão é não ter fonte de renda --ou tê-la menor que o valor da bolsa-escritor. É necessário ter mais de 60 anos, ter se dedicado mais de 20 anos à atividade literária ou publicado mais de cinco livros. Outro quesito essencial é morar há pelo menos 15 anos na Argentina.
No final de abril, o deputado governista Carlos Heller apresentou um outro projeto com quase as mesmas propostas. A diferença é que a idade mínima para receber a pensão é de 65 anos, e o escritor necessita ter contribuído pelo menos 15 anos com a previdência.
"A finalidade é dar uma retribuição e reparar as situações de injustiça e descuido", conta Heller.
Em 2007 e 2008, respectivamente, morreram os escritores argentinos Ruth Fernández e José Luis Mangieri. Estavam em dificuldades e desamparados, dizem os defensores do projeto.
Julio Cortázar e Jorge Luis Borges tiveram vida regrada. Em Paris, onde viveu, Cortázar trabalhou com traduções.
Borges chegou a fazer graça de sua situação financeira precária. Certa vez, ele comentou sobre um sapato usado que ganhou de presente da primeira mulher: "Não eram sapatos de segunda mão, eram sapatos de segundo pé".
AP
Sem amparo do governo, o escritor argentino Jorge Luis Borges teve vida regrada
Sem amparo do governo, o escritor argentino Jorge Luis Borges teve vida regrada
VOZ CONTRÁRIA
Segundo os escritores engajados na causa, o governo aprova a ideia. Mas o projeto deve ser votado somente em outubro, depois das eleição presidencial.
Contra o projeto, um dos principais nomes da literatura contemporânea da Argentina, Cesar Aira, diz: "Faz tempo que se discute isso por aqui. Sou contra".
Aira comenta o caso do México, onde uma lei garante a qualquer pessoa maior de 18 anos, após escrever um livro, pensão vitalícia do Estado. "Não acredito que isso seja bom para a literatura."
http://www1.folha.uol.com.br/ilustrada/9
Meu presente de Dia das Mães.
Assinar:
Postagens (Atom)