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Ninguém merece! |
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Fim de ano, férias, sonhos, embora saibamos que não foi bem assim nos últimos meses. Embora saibamos que o Cristo ficou meio esquecido, apesar de abranger multidões. A crença-propaganda já se agita. E é preciso levar em conta, que até pouco tempo, muita gente estava pagando as conta$ do final do ano passado. E já está chegando às nossas mãos o décimo terceiro $alário. Mais uma oportunidade de reavaliarmos, se não somos nós que nos impomo$ a satisfação pessoal e material de dar e receber presente$ e de saborearmos mesas fartas por nos envolvermos com luzes e mais luzes que enchem os olhos. A submissão sempre vence a coragem. Falamos a linguagem do capitali$mo, somando problema$ no crediário, sem entrada, sem juro$. Sementes plantada$ como exemplos de vida, como receitas de sucesso$, constantemente, sem tréguas. Força$ universais. Devoradora$ inteligência$, enchendo os bolso$ de felicidade$. Entraves insensíveis, que na verdade, obscuressem o Cristianismo. Aprofunda raízes, cresce sufocando e emburrecendo, envolventes, nos prendendo na terra e impossibilitando a visão do infinito, como se só eles pudessem receber tais raios de luzes. As más inclinações dos seres humanos, o individualismo, prevalecem e até pra quem tem uma certa percepção fica difícil não ceder às vaidades e ostentações possíveis. Sou como um músico que se envolve e se emociona com seus próprios acordes mesmo sem as avalanches dos maravilhosos Corais de Natal. ♪♪Difícil reverter essa $ituação quando falta discernimento:- Há diferença o bem e o mal. Com valore$ invertidos nunca nos tornaremos todos iguais. A chave da riqueza sempre fecha a porta à pobreza. Número$, número$, número$, sempre falam mais alto. Parecem cultos. Fico por aqui, deixando meu triste ponto final. Cecília Fidelli. |